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Loja Bartolomeu de Gusmão

Muitas pessoas, com razão, se preocupam com a possibilidade de ter mau hálito.
Ele está presente em algo entre 50% e 60% da população adulta, segundo alguns estudos. Em outros, a prevalência fica entre 22% e 50%.
Entretanto, em relação a crianças, a preocupação com esse problema não tem o merecido destaque, já que elas também podem apresentar mau hálito, com a consequente repercussão negativa em seu desenvolvimento social.
As odontopediatras Lara J. Motta, Joanna C. Bachiega, Carolina C. Guedes, Lorena T. Laranja e Sandra K. Bussadori, em pesquisa publicada na revista "Clinics", da Faculdade de Medicina da USP, referem ser alta a ocorrência de halitose em crianças.
Cerca de 63% das 55 crianças com idades entre 3 anos e 14 anos que eram participantes do estudo apresentavam o forte odor característico da halitose.
Uma das características do mau hálito é que seus portadores, em grande parte, não percebem o mau odor que exala de suas bocas.
A solução para o problema está a cargo do dentista em 80% dos casos, pelas causas relacionadas a uma higiene oral deficiente e a problemas dentários como gengivite e periodontite.
Mas um clínico-geral ou um otorrinolaringologista também podem orientar em relação a outras causas, como o abuso do cigarro e álcool e problemas relacionados a compostos sulfurosos voláteis, decorrentes da presença de bactérias (anaeróbicas) na cavidade oral.


JULIO ABRAMCZYK - julio@uol.com.br

Caderno Saúde

12/01/2011

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